24/04/2008

A que me encanta é a de não abrirmos mão de nossas convicções mesmo se venhamos a bater de frente com a opinião dos OUTROS - essa definitivamente é a melhor frase do texto e clarto, a parte que eu concordo ahuahuahuhuahua
Apesar de ter um onte de coisas realmente esquisitas ai nesse texto!
Mas eu gostei de explicações, assim fazem as pessoas pensarem e verem onde elas mesmo se encaixam (odeio me encaixar).
Sou fã do Santo Agostinho, não só por causa da frase citada, mas por que ele é muuuuito bom em tudo que feze que faz... procurem conhecer a historia dele (é só ir no google).

A AGRESSIVIDADE SUTIL DIRIGIDA CONTRA PESSOAS, QUE NADA FIZERAM A NÃO SER EXISTIREM E SEREM COMO SÃO, É A MARCA REGISTRADA DA INVEJA.
nossa, pura burrice da raça humana -.- pluapluaplua

O segundo texto me encantou um pouco mais e realmente gostei de toda a explicação copiada (auhauhauh) do Pecari ^_^

Viva a individualidade \o/

23/04/2008

Recado

Depois de postagens de tamanha magnitude física esse post não passa de um mero recado

22/04/2008

"Vanity, my favorite sin"

Boa tarde!
Não pude deixar de escrever depois do ultimo post enviado. Ele tratou de algo em que penso diariamente.

Dei uma googada e encontrei artigos do autor de um livro muito bom - www.flaviogikovate.com.br. E esses dois que eu delicadamente “control copiei” resumem muito bem boa parte do problema de que a Xuxi falou, e que o Gikovate chama de VAIDADE (não sei se ela concorda, mas é) :D.

Dá pra pensar muito sobre nossos comportamentos e de grupos com características exacerbadas e singulares que adoro pensar sobre e observar: crentes pentecostais (e afins) e os EMOs (e afins) :P - mas fica pra outra hora...

Sem mais enrolar, Flavio Gikovate (e tem mais no site dele):


Por: Flávio Gikovate

Data: Março/07


A VAIDADE E O PROBLEMA DOS “OUTROS”.

O prazer erótico de caráter exibicionista é um tanto independente de quem é que está assistindo nosso “show”. O observador não é totalmente irrelevante, já que uma moça sempre preferirá ser olhada com desejo por um homem que ela valorize do que por um outro que não seja diferenciado (segundo os critérios dela). Em todos os casos, se as pessoas que estiverem nos olhando tiverem uma reação negativa, padeceremos da terrível dor da humilhação ao passo que, se manifestarem admiração e respeito, nos sentiremos elevados, estimulados e sexualmente um tanto excitados.

Dependemos, pois, da reação das outras pessoas (os observadores). Não há como desconsiderar o fato de que nosso estado de alma é muito influenciado pela forma como nossa pessoa – ou algo que tenhamos feito – será recebida. Isso explica considerações que as famílias sempre fizeram aos seus filhos adolescentes acerca da importância de terem um comportamento compatível com a opinião média dos vizinhos. Quem nunca ouviu ou pensou sozinho acerca “do que é que os outros vão falar ou pensar a nosso respeito”?

Quanto mais dependemos da opinião dos outros para nos sentirmos bem, menor será nossa liberdade individual. Pensaremos duas vezes antes de tomarmos alguma atitude menos comum. Pensaremos na repercussão que nossos atos, nossa forma de vestir e até mesmo nossos pensamentos terá sobre os outros. Os outros passam a ser nossos juízes, aqueles que julgarão se somos ou não criaturas legais, dignas. A vaidade nos leva, pois, a uma situação muito delicada na qual nós somos os juízes dos outros e os outros serão os que irão dizer se somos ou não criaturas válidas.

Quanto maior a vaidade, maior a dependência que temos das outras pessoas. Assim, os outros se transformam nos “OUTROS”, observadores todo-poderosos aos quais devemos obediência. O paradoxo é inevitável: para chamar a atenção deles temos que nos destacar, nos diferenciar. Se o fizermos de uma forma inaceitável, segundo os critérios deles, seremos objeto de chacota e ironia. Como fazer? Onde encontrar coragem para arriscar e correr o risco de desagradar os OUTROS?

Na grande maioria dos casos, a questão se resolve apenas no plano da quantidade e não da qualidade. Ou seja, as pessoas buscam o destaque pela via da aquisição de uma quantidade maior de algo que seja valorizado por todos. Terão mais dinheiro, mais conhecimento, serão mais magras, mais belas (e recorrerão aos melhores cirurgiões para chegar a isso), mais viajadas etc. Usarão roupas caras e terão muitas delas. Não usarão, porém, aquelas que não sejam aprovadas pela maioria, as que não possuem uma grife (certificado de garantia de que se trata de algo precioso). Terão muitos carros, muitos relógios, farão dietas incríveis e dirão que são magras “por força da natureza”. A política do destaque será regida pelo lema “mais do mesmo”. As pessoas poderosas têm, portanto, muito das mesmas coisas; e são admiradas por isso. Destaque sem risco de decepcionar OS OUTROS e serem objeto de rejeição e humilhação.

É claro que uma pessoa pode ser mais corajosa e tentar se destacar por ser, agir e pensar de uma forma original. Quase sempre será objeto de reações variadas e dificilmente agradará a todos os observadores. Será tida como pessoa extravagante e talvez desperte mais inveja pela coragem do que pelo modo de se comportar. Nossas sociedades permitem uma cota maior de originalidade aos artistas e a alguns intelectuais, criaturas responsáveis pelas inovações. Sim, porque a busca de destaque pelo caminho apenas de ter mais do mesmo não leva a nada de novo (o que acabaria por determinar a estagnação geral).

Sabemos que existem algumas pessoas com mais coragem para se exibir de forma incomum mesmo sem serem portadoras de grandes talentos. São poucas e, principalmente na adolescência, acabam se filiando a alguma “tribo” minoritária, passando a agir de acordo com o padrão daquele subgrupo. O desejo de destaque é grande e na falta de criatividade acabam por se integrar numa turma onde a originalidade é duvidosa e a extravagância é um objetivo em si mesmo. Penso que os “punks” são um bom exemplo disso. Não é essa a liberdade que me encanta. A que me encanta é a de não abrirmos mão de nossas convicções mesmo se venhamos a bater de frente com a opinião dos OUTROS. Ou, como dizia Santo Agostinho, que reconhecia, é claro, a presença da vaidade em si mesmo: “entre a vaidade e a verdade eu não tenho dúvidas acerca do caminho a escolher”


Por: Flávio Gikovate

Data: 04/02/07

Vaidade, agressividade e inveja.

Estamos tratando de um dos aspectos mais intrigantes da nossa condição: nascemos diferentes uns dos outros e vivemos numa sociedade onde, inexoravelmente, algumas propriedades serão mais valorizadas do que outras. Os critérios de beleza poderão variar de uma sociedade para a outra, de uma época para a outra. Porém, sempre algumas pessoas serão tidas como mais belas; e elas sempre serão poucas, visto que o que é menos freqüente chama mais a atenção. A inteligência sempre será valorizada e, quando especial, criará facilidades para a vida prática de seus portadores. O mesmo vale para o vigor físico, para dotes artísticos especiais, para a facilidade no trato com as pessoas etc.

Mesmo em um contexto ideal, no qual a competição não seja estimulada e seja até mesmo desencorajada, penso que a questão da comparação das pessoas entre si tenderia a ocorrer, gerando desconforto e humilhação em algumas das que se sentissem menos favorecidas. Acredito que num ambiente não competitivo muitas pessoas não se sentiriam tão prejudicadas por não serem portadoras de prendas excepcionais (o oposto do que acontece em sociedades como a nossa de hoje, onde a ambição, mesmo desmedida, é tida como virtude). Talvez fosse possível observar mais atentamente até mesmo o lado negativo daquilo que é muito valorizado: mulheres muito bonitas se acostumam a chamar a atenção por esta via e, com freqüência, se tornam displicentes no cultivo de outras prendas; a vida é longa, a beleza é efêmera e talvez tenham uma maturidade e velhice mais sofrida do que aquelas que nunca apostaram muito em sua aparência física. Este é apenas um exemplo, mas poderia ser estendido para outras propriedades muito valorizadas.

Ainda que em menor intensidade e envolvendo um menor número de pessoas, é provável que algumas pessoas se sentissem prejudicadas pelo fato de não terem sido as “eleitas” para serem portadoras de tantas prendas. Ao se compararem, sentirão a dor típica da ofensa à vaidade que é a humilhação. Sentir-se-ão agredidas pela simples presença daquelas virtudes no interlocutor. Reagirão com a agressividade típica deste tipo de mecanismo que chamamos de inveja: farão algum comentário depreciativo, desprezando justamente aquilo que gostariam de ter; farão com humor para disfarçar a sensação de inferioridade que está embutida em toda ação invejosa. A AGRESSIVIDADE SUTIL DIRIGIDA CONTRA PESSOAS, QUE NADA FIZERAM A NÃO SER EXISTIREM E SEREM COMO SÃO, É A MARCA REGISTRADA DA INVEJA.

Penso que é quase impossível que a inveja não exista. As pessoas teriam que ter a docilidade de aceitar sua condição sem nenhum tipo de frustração. Teriam que viver numa sociedade que não privilegiasse virtudes excepcionais e sim as de caráter democrático, acessíveis a todo o mundo. Teriam que, ao se comparar com as outras pessoas, não construir uma hierarquia: teriam que se reconhecer como diferentes e não como superiores ou inferiores. Este seria o mundo ideal, onde as pessoas seriam amigas e solidárias: estamos mais próximos do fim dos tempos do que dele.

O que não tem o menor sentido é atuarmos, consciente e deliberadamente, no sentido inverso, na direção de estimularmos a vaidade, a competição e, portanto, a rivalidade e a hostilidade entre as pessoas. Não sei se todas as pessoas são plenamente conscientes, de modo que vale o alerta: não se trata de um caminho obrigatório, pois não somos assim escravos da nossa biologia. Podemos amenizar ou estimular uma dada predisposição que faça parte de nossa natureza. Estamos no sentido inverso, transformando as pessoas em inimigos, rivais. As pessoas estão cada vez mais solitárias e desamparadas. Quanto mais fracas emocionalmente estiverem, mais serão escravas das “felicidades” aristocráticas, por meio das quais se sentem momentaneamente importantes. O círculo vicioso que estamos vivendo é terrível e já temos claros sinais de para onde é que estamos nos dirigindo.

19/04/2008

Será que alguém já percebeu que a GRANDE maioria das pessoas só fazem as coisas por que querem mostrar para os outros que são capazes!
Querem ser famosos para mostrar para o mundo que são incompreendidos, ou que são lindos, ou para falar qualquer bobagem, já que ninguém os ouve?
Ou então que só estudam para poderem ser elogiados polos professores em classe, ou qualquer outro exemplo que você lembre, que você já fez para poder se sentir vivo.
É algo bem estranho, pois nascemos sozinhos (ahuhau mesmo os gêmeos), crescemos sozinhos, vivemos a maior prate da nossa vida sozinhos, (mesmo em familia, mesmo com amigos ou namorado você é sozinho) você sabe seus pensamentos e suas vontades, e esconde pelo menos metade de tudo isso que você pensa (mesmo que nem dá pra falar tudo o que se pensa).

Por que nós não nos preocupamos com as nossas vontades íntimas?
Com aquilo que nós dá prazer? (exclusivamente para nós mesmos!)
Por que não fazemos tudo o que queremos para nós e não para mostrar para o outros que sabemos, que soos capazes, que somos bonitos, que somos legais, educados e tudo mais!!!
Nossa, eu nesse tempo que começou aprendi tanto sobre mim!
Olha que só passou um mês (ou até menos) de dias sozinhos, com poucas conversas (mas na maioria divertidas) e de muito pensamento... fiz minha cuca funcionar tanto!
Eu venho me descobrindo, armazenando os meus desejos sinceros e tentando aos poucos fazerem eles se tornarem reais e cheios de cores e vida, assim fazendo minha vida ser melhor para mim!
Nossa... parece até egoísmo, mas não é. É a individualidade dos gostos, pensamentos, desejos e atitudes que precisa prevalecer.
Não precisamos ser igauis à alguém para gostar dessa pessoa, estar com ela ou qualquer outro motivo incoerente. Precisamos ser cada vez mais nós mesmos e assim nos fazermos mais felizes, livres e cheios de pessoas gratas de nos terem por perto =)
Ah, desejo que cada um se descubra de um jeito, e que no fim todos sejam diferentes, mas que se amem ^_^

14/04/2008

Nova experiência

Bom dia a todos, pois independetemente do horário é um dia.
Vou escrever aqui com frequência escassa sobre experiências diferentes do meu dia-a-dia e da minha noite-a-noite, de forma esquizofrênica.

Começando por antes de ontem que eu iniciei -e terminei - uma jornada de bicicleta. No total eu e meus companheiros de estrada passamos por quatro cidades, coletando momentos e emoções de cada uma dela. Incorporamos ao nosso vocabulário expressões típicas de cada região, uma aquisição cultural significativa. O ápice da jornada foi a degustação do Suco de Limão com Leite Condensado encontrado em pontos de apoio.

Ontem nada de anormal que eu lembre.

Hoje a experiência nova e significativa foi viajar em um Onibûs na autoestrada na posição de motorista inglês. Para-Brisas grandes e transparentes. Uma experiência recomendade e não recomendada ao mesmo tempo.

10/04/2008

Certo certo, ninguém posta aqui... hum.
A minha rotina semanal (cidade do Sol, Tatooine, cidade do Sol e Javaijá) foi tão bizarra =p
Bem, comecei bem ^_^ não querendo ir à lugar algum, mas fui... em cidade do Sol foi tudo bem, até duas cartinhas cairem da minha apostila com o nome do professor que pegou as cartas (o problema é que a carta não era para ele [como o sobrenome explicitava] e sim para alguem especial) mas o professor ainda sim adorou me zuar durante a aula inteira -.-
Depois na ida para Tatooine[é o planeta natal da família Skywalker] eu nem consegui dormir, mas pensei tanto que até fiquei triste de tanto pensar.
Lá consegui um quarto maravilhoso XD Mas isso nem importa...
E eu estava tentando achar amigos e tudo mais, só consegui conversar com um menino de 12 anos (o que é legal, mas falar de historia da música não foi tão bom, além dele querer ser engenheiro quimico o.o).
Então pensei ter visto um Skywalker!!!
Mas tive que entrar na aula -.-
Depois fui andando até a casa de xerox e comecei a desejar imensamente rever aquele Skywalker e enquanto tentava atravessar a rua ele estava atrás de mim!!
Incrível?
auhhuahua
Não sei... mas pena que não consegui conversar...
Voltando para a cidade do Sol, um maluco de dreads passou por mim e falou: "O trânsito parou para você linda" - nossa, eu comecei a agrgalhar interiormente daquele cantada super besta, mas de repente eu olho pro lado e o cara estava lá de novo, me pedindo telefone de qualquer jeito e me implorando para ser alguem na minha vida!!! O.o
huauhauhauhauhahau
Ele começou a falar tanto e eu nem conseguia falar nada além de "não, telefone não - moro longe daqui - eu estou atrasada!!" auhhauhuahua coitado =p
Ai ele parou, olhou para minha mão direita (que Graças! estava com uma aliança) e falou: "Você tem namorado?" e eu: "tenho namorado" sem nem pensar em nada...e ele fez a cara mais triste que eu já vi alguém fazer depois de me perguntar isso, eu continuei andando e o cara lá com as duas mõas no rosto (XD) e com cara de triste paradão... eu pensei que tinha me livrado dele.
Ai a pessoa inteligente começou a se livrar do choque (?) e correu atrás de mim e me pegou pelo braço (¬¬) e falou: "Eu não posso perder uma oportunidade dessa!" Poxa, ele já estava chegando perto demais de mim (¬¬) e eu falei: "ah, pega meu email e a gente se fala..." e eu saí andando de novo... eu falei qualquer besteira e fui embora \o/
Foi bem diferente aesar de eu nem esclarecer tudo aqui -.-
Cansei de escrever XD

06/04/2008

Vou expçicar rapidamente (dificil) como o blog surgiu.
Sozinha nem quarto de hotel, pensando em como expor ideias para o mundo, pensando em ser egnte grande, em ser criança, pensando nos amigos....
Um turbilhão de pensamentos... correto??
auhauhau
Um blog!
Claro... então pensei em 5 pessoas... e queria colocar o nome de 5 estrelas...
Mas o mebro Pedro disse que era muito brega e eu concordei!
Ficamos uns 25 minutos procurando por nomes legais... tinha até um que era mochila amanteigada O.o

Ai ele disse: "Homo Sapiens"... e claro, o url não estava disponível...
Eu pensei em sapo... e pronto, Homo Sapos!
Não tem nada de sapos homosexuais... mas de pessoas normais (ou quase XD)
E sapos são engraçados =)
Bem... pensei nos 5 amigos e todos aceitaram ^_^
Fiquei tão feliz!!!!