14/11/2008

Sensação.

do Lat. sensatu


s. f.,
impressão produzida nos órgãos dos sentidos pelos objectos exteriores e transmitida ao cérebro pelos nervos;
excitação;
comoção moral;
sensibilidade.


Que coisa.
Essa sensação é insaciável.

do Lat. insatiabile


adj. 2 gén.,
que se não sacia;
ávido;
sôfrego;

avaro.

do Lat. satiare


v. tr.,
encher;
fartar;
matar a sede ou a fome bebendo ou comendo;

v. refl.,
encher-se;
satisfazer-se;
dar-se por satisfeito.


Isso só pode ser ilusão!

do Lat. illusione


s. f.,
engano dos sentidos ou da inteligência;
errada interpretação de um facto;
pensamento quimérico;
coisa efémera;
utopia;
fantasia;
efeito artístico que produz ou procura produzir a impressão da realidade.


Mas ainda bem que não o é!

14/08/2008

Viva!

Aprenda a gritar, a falar mais, a reclamar menos.
A ser mais você, reconhecer seus desejos e seus gostor próprios!
Não goste de chocolate só por que o resto do mundo gosta, o resto do mundo não é nada perto de você.

Viaje, mesmo que seja até a cidade vizinha!
Compre um presentinho para a pessoa que te fez feliz hoje, e não para aquela que sempre te faz feliz, naquela dê um beijo e sorria muito.
Mude de sofá, eles nunca servem pra muita coisa.

Saiba qual o seu signo e o número que você calça, é importante para ter conversas chatas por aí. Ou para ganhar um all star novo =p
Mude o visual, é simplesmente tão bom mudar e se sentir muito melhor.

Acalma-se, mas nunca fique muito quieto, por que isso é um sintoma da tristeza.
Apesar que quanto mais se sofre, dá mais espaço para rir.
Sei lá, descubra o mundo, descubra seus dedos!
Nossa, você já olhou para seu traseiro hoje? Olhe!!!
Olhe para você inteiro e se sinta melhor com o que você vê.
Se sita leve e cheio de algo que nem eu nem você saibam explicar de tão fabuloso.

Ah, nunca pense: "se eu tivesse...." não não não!!!
Pense: "eu vou... fazer tudo... qualquer coisa que eu queira!"

Sempre vai dar certo... SEMPRE!
Não exista nada errado aqui... nem dentro do teu coração.

Seja.

05/08/2008

Hoje é meu aniversário.
Ao contrário do que pensei, está agradável e ensolarado.

=D

A vida não poderia ser mais estranha!

03/07/2008

a ideia é a rotina do papel
o céu é a rotina do edificio
o inicio é a rotina do final
a escolha é a rotina do gosto
a rotina do espelho é o oposto

a rotina do perfume é a lembrança
o pé é a rotina da dança
a rotina da garganta é o rock
a rotina da mão é o toque

julieta é a rotina do queijo
a rotina da boca é o desejo
o vento é a rotina do assobio
a rotina da pele é o arrepio

a rotina do caminho é a direção
a rotina do destino é a certeza
toda rotina tem a sua beleza.


; )

01/07/2008

Rock 'n Roll [2]

As vertentes do Rock:
Para entender as diferentes vertentes do Metal e do Rock, vamos imaginar uma situação e seus respectivos desfechos na abordagem de cada estilo.
"No alto do castelo, há uma linda princesa - muito carente - que foi ali
trancada, e é guardada por um grande e terrí­vel dragão..."
METAL MELÓDICO:
O protagonista chega no castelo num cavalo alado branco, escapa do dragão, salva a princesa, fogem para longe e fazem amor.
HEAVY METAL:
O protagonista chega no castelo numa Harley Davidson, mata o dragão, enche a cara de cerveja com a princesa e depois transa com ela.
DEATH METAL:
O protagonista chega, mata o dragão, transa com a princesa, mata a princesa e vai embora.
BLACK METAL:
Chega de madrugada, dentro da neblina e possuí­do pelo demo. Mata o dragão e o empala em frente ao castelo. Sodomiza a princesa, corta-a com uma faca e bebe o seu sangue em um ritual até matá-la. Depois descobre que ela não era mais virgem e a empala junto com o dragão.
WHITE METAL:
Chega no castelo, exorciza o dragão, converte a princesa e usa o castelo para sediar mais uma "Igreja Universal do Reino de Deus".
ROCK N'ROLL CLÁSSICO:
Chega de moto fumando um baseado e oferece para o dragão, que logo fica seu amigo. Depois acampa com a princesa numa parte mais afastada do jardim e depois de muito sexo (com a participação do dragão, é claro!), drogas e rock n'roll, tem uma overdose de LSD e morre sufocado no próprio vômito.
PUNK ROCK:
Joga uma pedra no dragão e depois foge. Pixa o muro do castelo com um "A" de anarquia. Faz um moicano na princesa e depois abre uma barraquinha de fanzines no saguão do castelo.
PROGRESSIVO:
Chega, toca um solo virtuoso de guitarra de 26 minutos. O dragão se mata de tanto tédio. Chega até a princesa e toca outro solo que explora todas as técnicas de atonalismo em compassos ternários compostos aprendidas no último ano de conservatório. A princesa foge e vai procurar o protagonista Heavy Metal.
HARD ROCK:
Chega em um conversí­vel vermelho, com duas loiras peitudas e tomando Jack Daniel's. Mata o dragão com uma faca e faz uma orgia com a princesa e as loiras.
GLAM ROCK (tipo Bon Jovi nos anos 80):
Chega no castelo. O dragão ri­ tanto quando o vê que o deixa passar. Ele entra no castelo, rouba o laquê e o batom da princesa. Depois a convence de pintar o castelo de rosa e a fazer luzes nos cabelos.

28/06/2008

O que devemos fazer?

Achei pela internet dois conflitos que existem na vida de todos... mas a pergunta é: se apaixonar, ou se deixar levar pelo prazer?

O ato sexual ou relação sexual é a denominação geral dada à fase em que dois animais com reprodução sexuada (mais especificamente o ser humano) realizam a acção física de junção dos seus gametas. Contudo, nem sempre tem uma função reprodutiva.

A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação.

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Fala-se do amor das mais diversas formas: amor físico, amor platônico, amor materno, amor a Deus, amor a vida. É o tipo de amor que tem relação com o caráter da própria pessoa e a motiva a amar (no sentido de querer bem e agir em prol).

As muitas dificuldades que essa diversidade de termos oferece, em conjunto à suposta unidade de significado, ocorrem não só nos idiomas modernos, mas também no grego e no latim. O grego possui outras palavras para amor, cada qual denotando um sentido específico. No latim encontramos amor, dilectio, charitas, bem como Eros, quando se refere ao amor personificado numa deidade.

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Diferentemente do conceito de amor platônico, quando se fala do amor em Platão estamos nos referindo ao pensamento deste filósofo sobre o amor. A noção de amor é central no pensamento platônico. Em seus diálogos, Sócrates dizia que o amor era a única coisa que ele podia entender e falar com conhecimento de causa. Platão compara-o a uma caçada (comparação aplicada também ao ato de conhecer) e distinguia três tipos de amor: o amor terreno, do corpo; o amor da alma, celestial (que leva ao conhecimento e o produz); e outro que é a mistura dos dois. Em todo caso o amor, em Platão, é o desejo por algo que não se possui.

A temática do amor é comum a quase todos os filósofos gregos, entendido como um princípio que governa a união dos elementos naturais e como princípio de relação entre os seres humanos. Depois de Platão, entretanto, só os platônicos e os neoplatônicos consideraram o amor um conceito fundamental. Em Plutarco o amor é a aspiração daquilo que carece de forma (ou só a tem minimamente) às formas puras e, em última instância, à Forma Pura do Bem. Em "As Enéadas", Plotino trata do amor da alma à inteligência; e na sua Epistola ad Marcelam, Porfírio menciona os quatro princípios de Deus: a fé, a verdade, o amor e a esperança. No pensamento neoplatônico, o conceito de amor tem um significado fundamentalmente metafísico ou metafísico-religioso.

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O amor, para ocorrer, não importando os níveis: se social, afetivo, paternal ou maternal, fraternal - que é o amor entre irmãos e companheiros - deve obrigatoriamente ser permitido. O que significa ser amor permitido? Bem, de fato quase nunca pensa-se sobre isso porque passa tão despercebido que atribui-se a um comportamento natural do ser humano ou de outros seres vivos. Mas não, a permissão aqui referida toma-se por base um sentimento de reciprocidade capaz de dar início e alargar as relações de afetividade entre duas ou mais pessoas ou seres que estão em contato e que por ventura vêm a nutrir um sentimento de afeição ou amor entre si.

A permissão ocorre em um nível de aceitação natural, mental ou físico, no qual o ser dá abertura ao outro sem que sejam necessárias quaisquer obrigações ou atitudes desmeritórias ou confusas de nenhuma das partes. A liberdade de amar, quando o sentimento preenche de alguma forma a alma e o corpo e não somente por alguns minutos, dias ou meses, mas por muitos anos, quiçá eternamente enquanto dure e mais nas lembranças e memórias.

Por que você me ama? Porque você permitiu. Essa frase remete ao mais simples mecanismo de reciprocidade e lealdade, se um pergunta ao outro a razão de seu sentimento de amor em direção a ele, a resposta só poderia ser essa. A razão do sentimento de amor em direção à outra pessoa recaí na própria pessoa amada, que em seus gestos, palavras, pensamentos e ações conferiu permissão a que a outra pessoa ou ser - podendo até ser um animal de estimação - o dedicasse aquele sentimento de amor.

O amor pode ser entendido de diferentes formas, e tomado por certo conquanto é um sentimento, dessa forma é abstrato, sem forma, sem cor, sem tamanho ou textura. Mas é por si só: O sentimento em excelência; o que quer dizer que é o sentimento primário e inicial de todo e cada ser humano, animal ou qualquer outro ser dotado de sentimentos e capacidade de raciocínio natural.

Todos carecem de amor e querem reconhecer esse sentimento em si e nos outros, não importando idade ou sexo. O amor é vital para nossas vidas como o ar, e é notoriamente reconhecido que sem amor a criatura não sobrevive conquanto o amor equilibra e traz a paz de espírito quando é necessário.

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Pragma (do grego, "prática", "negócio") seria uma forma de amor que prioriza o lado prático das coisas. O indivíduo avalia todas as possíveis implicações antes de embarcar num romance. Se o namoro aparente tiver futuro, ele investe. Se não, desiste. Cultiva uma lista de pré-requisitos para o parceiro ou a parceira ideal e pondera muito antes de se comprometer. Procura um bom pai ou uma boa mãe para os filhos e leva em conta o conforto material. Está sempre cheio de perguntas. O que será que a minha família vai achar? Se eu me casar, como estarei daqui a cinco anos? Como minha vida vai mudar se eu me casar?

Amor interessado em fazer bem a si mesmo, Amor que espera algo em troca.

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Storge É o nome da divindade grega da amizade. Por isso, quem tende a ter esse estilo de amor valoriza a confiança mútua, o entrosamento e os projetos compartilhados. O romance começa de maneira tão gradual que os parceiros nem sabem dizer quando exatamente. A atração física não é o principal. Os namorados-amigos não tendem a ter relacionamentos calorosos, mas sim tranqüilos e afetuosos. Preferem cativar a seduzir. E, em geral, mantêm ligações bastante duradouras e estáveis. O que conta é a confiança mútua e os valores compartilhados. Os amantes do tipo storge revelam satisfação com a vida afetiva. Acontece geralmente entre grandes amigos. Normalmente os casais com este tipo de amor conhecem muito bem um ao outro.

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"Amor" vs. "sexo" -: a palavra amor pode ser entendida também como sexo, quando usada em expressões como "fazer amor", "make love" (em inglês), "hacer el amor" (em castelhano), "faire l'amour" (em francês). Os hispanófonos, por exemplo, encontramos a palavra "amor" sendo, em geral, substituída por variações de "querer", como em "yo te quiero", em detrimento do possível "te amo" em espanhol.

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A paixão é um forte sentimento que se pode tomar até mesmo como uma patologia provinda do amor. Manifestada a paixão em devida circunstância, o indivíduo tende a ser menos racional, priorizando o instinto de possuir o objeto que lhe causou o desejo. Sendo assim, o apaixonado pode transcender seus limites no que tange a razão e, em situações extremas, beira a obsessão.

Essa atração intensa e impetuosa está intimamente ligada à baixa de serotonina no cérebro: substância química (neurotransmissor) responsável por vários sentimentos e patologias, dentre eles a ansiedade e o estresse; a depressão e a psicose obsessiva-compulsiva.

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As Ciências Biológicas tem modelos de amor que o descrevem como um instinto de mamíferos, tal como fome ou sede. Na psicologia vê-se o amor como mais de um fenômeno: social e cultural. Há provavelmente elementos de verdade em ambas as posições - o amor é certamente influenciada por hormônio s (tais como oxitocina), neurotransmissores (como NGF), e Feromônio s, bem como a forma de pensar das pessoas o que faz com que estas se comportem com relação ao amor de maneira influenciada por suas concepções do que é o amor.

A visão convencional da biologia é que existem duas grandes vertentes no amor - atração sexual e penhora. Isto faria com que este comportamento entre adultos de uma determinada espécie se empenhassem na criação dos seus descendentes da mesma maneira com a qual a trabalhar com os mesmos princípios que levam uma criança a tornar-se ligado a sua mãe. O ponto de vista tradicional da psicologia vê o amor como sendo uma combinação de compromisso amoroso e amor apaixonado. Amor apaixonado é intenso, é desejo, e é muitas vezes acompanhada por exitação fisiológica (falta de ar, rápidas do ritmo cardíaco). Compromisso amoroso é afeto e uma sensação de intimidade não acompanhados de excitação fisiológica.

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Amor, paixão, e loucura

Estudos têm demonstrado que o escaneamento dos cérebros dos indivíduos apaixonados exibe uma semelhança com as pessoas portadoras de uma doença mental. O amor cria uma atividade na mesma área do cérebro que a fome, a sede, e drogas pesadas, criando atividade Polimerase. Novos amores, portanto, poderiam ser mais emocionais do que físicos. Ao longo do tempo, essa reação ao amor muda, e diferentes áreas do cérebro são ativadas, principalmente naqueles amores que envolvem compromissos de longo prazo. Dr. Andrew Newberg, um neurocientista, sugere que esta reação de modificação do amor é tão semelhante ao do vício as drogas, porque sem amor, a humanidade morreria.

Batida!

Lá estava eu dirigindo tranquila quando de repente PAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! e eu fui pra frente, e um honda civic estava dando ré de novo! Vagabundo!
Bateu duas vezes no meu carro (meu não, do meu vô) e ferrou tudo.
*vontade de xingar*
Pronto, bati pela primeira vez em 19 anos, o carro de alguém.

23/06/2008

Rock ´n Roll [1]

Rock and roll (também escrito rock 'n' roll) é um gênero de música que emergiu e se definiu no sul dos Estados Unidos durante a década de 50, rapidamente se espalhando pelo resto do mundo. Evoluiu mais tarde para diversos sub-géneros no que hoje é definido simplesmente como "rock". Atualmente, o termo "rock and roll" tem diversos significados, seja para definir o rock tradicional ao estilo dos anos 50, ou para definir o rock surgido posteriormente, e até mesmo certas vertentes da música pop.
Os instrumentos mais comuns no rock and roll são a
bateria, guitarra elétrica, o baixo e muitas vezes um piano ou teclado, embora no início, o principal instrumento tenha sido o saxofone, posteriormente substituído pela guitarra no final dos anos 50.

Década de 50
O rock and roll nasceu da mistura de 3 (três) gêneros musicais distintos da música americana:
blues, country e jazz.

Estilos de rock:

Rockabilly: conhecido como country-soul, foi o estilo de rock de Carl Perkins, Gene Vincent, Eddie Cochran, Johnny Burnette e Dorsey Burnette.

Country rock: bastante parecido com o rockabilly, e as suas maiores estrelas foram Bill Haley, Jerry Lee Lewis, Johnny Cash e Bob Luman.

Classic rock: mistura de vários outros tipos de músicas; seus maiores representantes foram Elvis Presley,Chuck Berry, Little Richard, Bo Diddley, e Buddy Holly

New Orleans dance blues: gênero em que predominavam baladas, tendo o piano como instrumento principal. Little Richard e Fats Domino destacaram-se.

Chicago R&B (Rhythm and blues): basicamente uma versão negra do rockabilly, que tinha Chuck Berry e Bo Diddley como mestres.

Grupo vocal: sem instrumentos, podem ser comparados às boy bands de atualmente. Eram bandas em que era usado somente a voz, sem instrumentos. Frankie Lymon and the Teenagers era o grande sucesso da época.

[continua]

15/06/2008

Macaqueando


Esse aqui, achei caido por aí


Macaqueando - (Dieno Castanho)

Dizia um macaco aos seus companheiros
sentados à sombra de esbeltos coqueiros:
"Espalham por aí estranho boato --
(mas eu não posso crer que seja fato) --
de que o homem provém de nossa raça.
Que pavor! Que vergonha! Que desgraça!

Nenhum bicho que usa o nosso nome,
deixa a mulher e os filhos passar fome
e eu não sei de nenhuma mãe macaca
que desse aos filhos leite de uma vaca,
ou que, para farrear com a macacada,
entregasse as crianças à criada.

Nenhum mono é capaz da bandalheira
de cercar um pé de bananeira
e depois de encher-se como um odre,
deixar que o alimento fique podre,
proibindo os outros monos de o provar
e obrigando-os assim a ir roubar.

Nenhum macaco força um companheiro
a trabalhar para ele o dia inteiro,
não permitindo que o coitado tome
o suficiente para matar a fome.
O homem tem caráter muito fraco
-- não creio que descenda do macaco."

02/06/2008

Idle Pleasures

lazyness - Ctrl + C, Ctrl + V:
______

The best things in life are free. Like love, or oxygen.

...

Staring

You’re inside, the world is out-side. Staring through the window offers thinkers and dreamers unparalleled opportunities to ruminate, and, in the best tradition of the Pathetic Fallacy, the sights beyond the glass will always reflect our mood. If we are feeling bright and optimistic, the birds will be singing and the children playing. If we’re feeling miserable and black then it will be raining and the trees will be bare. Window - starers, however, usually find that it is raining and the trees are bare. There is something about staring through a window which is suited to melancholic temperaments. Perhaps we associate it with the Sunday mornings of childhood, when Dad is playing golf and we’ve been fighting with our siblings. It is only through steady application to window-staring that we will manage to transform it from a sad exercise into a positive one.

...

idler.co.uk

24/05/2008

será que fica muito brega colocar a letra da trilha sonora que parece a minha vida agora???

vamos ver:

Bon Jovi Lyrics
Lost Highway Lyrics


é.. não ficou tãaaaoooo brega assim afinal...

Vamos lá XD
As mudanças que acontecem na nossa vida são tãooo bizarras e o modo como nós as encaramos é mais estranha ainda... eu tenho vários exemplos bobos, legias e chieos de choro e risadas pra contar, mas ficaria extremamente chato ><
Eu então queria saber muiiiito, mas muuiiiiittooo mesmo como as pessoas encaram as mudanças, pois eu pensei que a maioria das mudanças que aconteceram comigo seriam tão dolorosas e sombrias e elas foram risonhas e coloridas, com algumas lágrimas de vez em quando, mas parece uma progressão de acordes maiores e de repente cai num menor e depois volta tão empolgantemento para a dominante fazendo tudo ficar feliz de novo!
Mas não sei como é com as outras pessoas e achoq eu vai ser bem dificil saber, pois ninguem gosta de falar sobre momentos difícies (se é que eles existem depois de tudo o que passamos).
Bah, eu me sinto bem incompreensível na maioria das vezes, e isso me deixa confusa.

Nunca consigo ser tão clara como eu intenciono.
Eu nunhca tenho nada pra dizer, mas quando começo surge um MOOONNNTEEEE (gigante) de coisas babacas e sem nexo pra falar, então vou parar por aqui auhahauahauha


o/

18/05/2008

[msg]

(nada muito importante)

cortei o cabelo XD

>>>quando eu cortava o cabelo, eu chorava e chorava até não conseguir mais... agora não... como todo o resto é tudo tao legal e tão cheio de emoções =p

16/05/2008

All Star Branco!

=O
Péssimo, péssimo, péssimo³
Certo, por que?
Nossa, eu comprei um de cano altinho (medio) e não tinha lavado, ele foi acumulando barro (de Tatooine), sujeiras bizarras (Cidade do Sol) e agora eu fui lavar e quem disse que saia aquelas manchas com cores indefinidas????




tsc tsc...

(prefiro um gato branco que assim dá pra lavar e sai tudo -.-)

Bem, esta de molho, lá no balde cheio de sabão, eu já esfreguei três vezes (na verdade umas 200x, mas dividis em três partes de "esfregação" e continua ¬¬

Então, criei a melhor solução:

Compre sempre um All Star branco quando quiser usar um.

ahuauhauhhua
Quando eu ganahr dinheiro de verdade eu achoq ue vou mandar lavar na lavanderia, e se no der resultado ai eu coloco em prática minha solução =p

Mas bem, lá vem a parte filosófica e chata da historia:
Um All Star branco é como todos nós, com a vida vão se sujando, e se não cuidarmos direito das bordinhas, da palmilha e de todo o resto do nosso All Star, ele vai ficar tão feio, velho e sujo que ninguém vai querer usá-lo... se é que você me entende!

eheheh

Beijos o/

12/05/2008

Doce Esfera

Fiz 20 anos! Foi como eu falei para a Xuxi, que virou-mexeu aparece onde trabalho :P - 20 é o começo do fim... - sabe como é? Assim: "putz!!! vinte... vinte..."- olhando pra parede - "...vinte anos...". Mas tudo é relativo, pensando bem, pra quem tem 40 ou mais, 20 deve ser uma lembrança do começo, de jovem, de tempo bom. E sendo mais exato e otimista, 20 é o meio da primeira metade, 1/4, então vai ter mais 3 dessas ainda.
Porque tudo depende da comparação que é feita ou do jeito que você acordou no dia. E segunda-feira de manhã normalmente (desculpa xuxi) é foda. Mas esse final de semana foi muito bom. Teve uma festa em casa com vários amigos, churrasco, máfia, com direito até a brigadeiro e beijinho (huuumm). Depois saimos para a cidade onde tem rock, barzinhos, drinks baratos... e encrontramos até ninjas na vida real!!!
Talvéz tudo isso tenha deixado essa segunda diferente. Apesar do frio levantei rápido, e no caminho pro trabalho o céu já estava claro, azul, o mar forte, o transito perigoso, o padeiro fazendo pão, as crianças correndo, tudo no seu lugar. Era o mundo girando, e foi ai que eu me toquei. A terra girou mais uma vez orbitando todo o sol, e voltou pro início, e vai começar tudo de novo.
E foi assim que como um bebum no botecão eu pensei: Vou aproveitar a próxima rodada!
E é meu desejo: que todos aproveitem mesmo e que tenham alguns beijinhos ou brigadeiros na geladeira de casa quando eu voltar hoje a noite.
Um abraço pra todos :D

07/05/2008

Desagradáveis palavras...


palavrões né!
Bem, quem me conhece sabe que eu não gosto nem um pouco disso! É feio, desagradável e inutil auhahuuhauhahuahuauh

Mas bem, eu tive uma recaída diante uma situação babaca e deu muita vontade de gritar "Vai tomar no **" mas, consegui dizer apenas: "imagine!" com toda a educação e delicadeza.
Mas eu, há tempo tentei me condicionar a falar coisas do tipo: carecas, pombas, cacetada, carambolas e afins. É muito bom e eu recomendo, pois você consegue distinguir o que é realmente tosco e tem necessidade de um palavrão e do que é bobo e só precisa de alguma Pombas, ou carambolas por lá... não digo carecas, pois coitados deles =/
Mas então povo que lê isso aqui, que tal pararmos um só dia para não falar palavrões?
Só um dia a cada mês XDD~~

uhauhauhahuauhauhahuauhauh
Situação que me fez querer falar isso com todas as letras e bem alto... ai ai ai ai
Bem, estava na minha realidade paralale mais distante (Tatooine) e me encontrava bem num lugar de estudo musical, e depois fui com alguns amigos para uma praça e putz ¬¬ eu odeio cigarro e afins, e pronto, ai ja comecei a ficar com aquele carão (¬¬)... depois fomos para um show muito bom... e lá dentro só tinha fumante (exagero)! Inacreditável, só sentava fumante do meu lado, e todo mundo bebendo cerveja (putzzzzzzzzzz eu odeio cerveja - huauhauahauhuah) e não tinha opção de bebida para mim! Ai só comecei a ficar com mais carão, ainda bem que o show foi fantástico, ai melhorou muito meu ânimo, o outro problema é que estava 8ºC e eu morrendo de frio... ainda ebm que peguei carona para o hotel - ai quando desci da carona, um dos Skywalkers me disse por fim: "desculpa alguma coisa" (o coitado já tava bêbado... com baf de cerveja e infestado de cheiro de cigarro e eu só queria xingar ele, não sei por que -.- huahuahuahuauhuha) e eu disse tão calmamente: "imagine", mas na minha cabeça só consegui pensar um monte de palavrões! ( o primeiro foi o que ja tentei citar auhahuhuahua).
Não, não é nada demais, não, não é interessante, mas eu não, eu NÃO me importo.
Bem vou falar um pouco do show maravilha:
1ª parte >>> villa-lobos *.* e mozart ao piano acompanhado de violino e cello.
2ª parte >>> roda de samba da foto, pixinguinha, chiquinha gonzaga e obras proprias muito boas! o/
3ª parte >>> uma mistura muito rica de MPB, cirandas e percussão diferenciada (não sei a palavra XD) que ficou realmente encantador!
Foi demais!

24/04/2008

A que me encanta é a de não abrirmos mão de nossas convicções mesmo se venhamos a bater de frente com a opinião dos OUTROS - essa definitivamente é a melhor frase do texto e clarto, a parte que eu concordo ahuahuahuhuahua
Apesar de ter um onte de coisas realmente esquisitas ai nesse texto!
Mas eu gostei de explicações, assim fazem as pessoas pensarem e verem onde elas mesmo se encaixam (odeio me encaixar).
Sou fã do Santo Agostinho, não só por causa da frase citada, mas por que ele é muuuuito bom em tudo que feze que faz... procurem conhecer a historia dele (é só ir no google).

A AGRESSIVIDADE SUTIL DIRIGIDA CONTRA PESSOAS, QUE NADA FIZERAM A NÃO SER EXISTIREM E SEREM COMO SÃO, É A MARCA REGISTRADA DA INVEJA.
nossa, pura burrice da raça humana -.- pluapluaplua

O segundo texto me encantou um pouco mais e realmente gostei de toda a explicação copiada (auhauhauh) do Pecari ^_^

Viva a individualidade \o/

23/04/2008

Recado

Depois de postagens de tamanha magnitude física esse post não passa de um mero recado

22/04/2008

"Vanity, my favorite sin"

Boa tarde!
Não pude deixar de escrever depois do ultimo post enviado. Ele tratou de algo em que penso diariamente.

Dei uma googada e encontrei artigos do autor de um livro muito bom - www.flaviogikovate.com.br. E esses dois que eu delicadamente “control copiei” resumem muito bem boa parte do problema de que a Xuxi falou, e que o Gikovate chama de VAIDADE (não sei se ela concorda, mas é) :D.

Dá pra pensar muito sobre nossos comportamentos e de grupos com características exacerbadas e singulares que adoro pensar sobre e observar: crentes pentecostais (e afins) e os EMOs (e afins) :P - mas fica pra outra hora...

Sem mais enrolar, Flavio Gikovate (e tem mais no site dele):


Por: Flávio Gikovate

Data: Março/07


A VAIDADE E O PROBLEMA DOS “OUTROS”.

O prazer erótico de caráter exibicionista é um tanto independente de quem é que está assistindo nosso “show”. O observador não é totalmente irrelevante, já que uma moça sempre preferirá ser olhada com desejo por um homem que ela valorize do que por um outro que não seja diferenciado (segundo os critérios dela). Em todos os casos, se as pessoas que estiverem nos olhando tiverem uma reação negativa, padeceremos da terrível dor da humilhação ao passo que, se manifestarem admiração e respeito, nos sentiremos elevados, estimulados e sexualmente um tanto excitados.

Dependemos, pois, da reação das outras pessoas (os observadores). Não há como desconsiderar o fato de que nosso estado de alma é muito influenciado pela forma como nossa pessoa – ou algo que tenhamos feito – será recebida. Isso explica considerações que as famílias sempre fizeram aos seus filhos adolescentes acerca da importância de terem um comportamento compatível com a opinião média dos vizinhos. Quem nunca ouviu ou pensou sozinho acerca “do que é que os outros vão falar ou pensar a nosso respeito”?

Quanto mais dependemos da opinião dos outros para nos sentirmos bem, menor será nossa liberdade individual. Pensaremos duas vezes antes de tomarmos alguma atitude menos comum. Pensaremos na repercussão que nossos atos, nossa forma de vestir e até mesmo nossos pensamentos terá sobre os outros. Os outros passam a ser nossos juízes, aqueles que julgarão se somos ou não criaturas legais, dignas. A vaidade nos leva, pois, a uma situação muito delicada na qual nós somos os juízes dos outros e os outros serão os que irão dizer se somos ou não criaturas válidas.

Quanto maior a vaidade, maior a dependência que temos das outras pessoas. Assim, os outros se transformam nos “OUTROS”, observadores todo-poderosos aos quais devemos obediência. O paradoxo é inevitável: para chamar a atenção deles temos que nos destacar, nos diferenciar. Se o fizermos de uma forma inaceitável, segundo os critérios deles, seremos objeto de chacota e ironia. Como fazer? Onde encontrar coragem para arriscar e correr o risco de desagradar os OUTROS?

Na grande maioria dos casos, a questão se resolve apenas no plano da quantidade e não da qualidade. Ou seja, as pessoas buscam o destaque pela via da aquisição de uma quantidade maior de algo que seja valorizado por todos. Terão mais dinheiro, mais conhecimento, serão mais magras, mais belas (e recorrerão aos melhores cirurgiões para chegar a isso), mais viajadas etc. Usarão roupas caras e terão muitas delas. Não usarão, porém, aquelas que não sejam aprovadas pela maioria, as que não possuem uma grife (certificado de garantia de que se trata de algo precioso). Terão muitos carros, muitos relógios, farão dietas incríveis e dirão que são magras “por força da natureza”. A política do destaque será regida pelo lema “mais do mesmo”. As pessoas poderosas têm, portanto, muito das mesmas coisas; e são admiradas por isso. Destaque sem risco de decepcionar OS OUTROS e serem objeto de rejeição e humilhação.

É claro que uma pessoa pode ser mais corajosa e tentar se destacar por ser, agir e pensar de uma forma original. Quase sempre será objeto de reações variadas e dificilmente agradará a todos os observadores. Será tida como pessoa extravagante e talvez desperte mais inveja pela coragem do que pelo modo de se comportar. Nossas sociedades permitem uma cota maior de originalidade aos artistas e a alguns intelectuais, criaturas responsáveis pelas inovações. Sim, porque a busca de destaque pelo caminho apenas de ter mais do mesmo não leva a nada de novo (o que acabaria por determinar a estagnação geral).

Sabemos que existem algumas pessoas com mais coragem para se exibir de forma incomum mesmo sem serem portadoras de grandes talentos. São poucas e, principalmente na adolescência, acabam se filiando a alguma “tribo” minoritária, passando a agir de acordo com o padrão daquele subgrupo. O desejo de destaque é grande e na falta de criatividade acabam por se integrar numa turma onde a originalidade é duvidosa e a extravagância é um objetivo em si mesmo. Penso que os “punks” são um bom exemplo disso. Não é essa a liberdade que me encanta. A que me encanta é a de não abrirmos mão de nossas convicções mesmo se venhamos a bater de frente com a opinião dos OUTROS. Ou, como dizia Santo Agostinho, que reconhecia, é claro, a presença da vaidade em si mesmo: “entre a vaidade e a verdade eu não tenho dúvidas acerca do caminho a escolher”


Por: Flávio Gikovate

Data: 04/02/07

Vaidade, agressividade e inveja.

Estamos tratando de um dos aspectos mais intrigantes da nossa condição: nascemos diferentes uns dos outros e vivemos numa sociedade onde, inexoravelmente, algumas propriedades serão mais valorizadas do que outras. Os critérios de beleza poderão variar de uma sociedade para a outra, de uma época para a outra. Porém, sempre algumas pessoas serão tidas como mais belas; e elas sempre serão poucas, visto que o que é menos freqüente chama mais a atenção. A inteligência sempre será valorizada e, quando especial, criará facilidades para a vida prática de seus portadores. O mesmo vale para o vigor físico, para dotes artísticos especiais, para a facilidade no trato com as pessoas etc.

Mesmo em um contexto ideal, no qual a competição não seja estimulada e seja até mesmo desencorajada, penso que a questão da comparação das pessoas entre si tenderia a ocorrer, gerando desconforto e humilhação em algumas das que se sentissem menos favorecidas. Acredito que num ambiente não competitivo muitas pessoas não se sentiriam tão prejudicadas por não serem portadoras de prendas excepcionais (o oposto do que acontece em sociedades como a nossa de hoje, onde a ambição, mesmo desmedida, é tida como virtude). Talvez fosse possível observar mais atentamente até mesmo o lado negativo daquilo que é muito valorizado: mulheres muito bonitas se acostumam a chamar a atenção por esta via e, com freqüência, se tornam displicentes no cultivo de outras prendas; a vida é longa, a beleza é efêmera e talvez tenham uma maturidade e velhice mais sofrida do que aquelas que nunca apostaram muito em sua aparência física. Este é apenas um exemplo, mas poderia ser estendido para outras propriedades muito valorizadas.

Ainda que em menor intensidade e envolvendo um menor número de pessoas, é provável que algumas pessoas se sentissem prejudicadas pelo fato de não terem sido as “eleitas” para serem portadoras de tantas prendas. Ao se compararem, sentirão a dor típica da ofensa à vaidade que é a humilhação. Sentir-se-ão agredidas pela simples presença daquelas virtudes no interlocutor. Reagirão com a agressividade típica deste tipo de mecanismo que chamamos de inveja: farão algum comentário depreciativo, desprezando justamente aquilo que gostariam de ter; farão com humor para disfarçar a sensação de inferioridade que está embutida em toda ação invejosa. A AGRESSIVIDADE SUTIL DIRIGIDA CONTRA PESSOAS, QUE NADA FIZERAM A NÃO SER EXISTIREM E SEREM COMO SÃO, É A MARCA REGISTRADA DA INVEJA.

Penso que é quase impossível que a inveja não exista. As pessoas teriam que ter a docilidade de aceitar sua condição sem nenhum tipo de frustração. Teriam que viver numa sociedade que não privilegiasse virtudes excepcionais e sim as de caráter democrático, acessíveis a todo o mundo. Teriam que, ao se comparar com as outras pessoas, não construir uma hierarquia: teriam que se reconhecer como diferentes e não como superiores ou inferiores. Este seria o mundo ideal, onde as pessoas seriam amigas e solidárias: estamos mais próximos do fim dos tempos do que dele.

O que não tem o menor sentido é atuarmos, consciente e deliberadamente, no sentido inverso, na direção de estimularmos a vaidade, a competição e, portanto, a rivalidade e a hostilidade entre as pessoas. Não sei se todas as pessoas são plenamente conscientes, de modo que vale o alerta: não se trata de um caminho obrigatório, pois não somos assim escravos da nossa biologia. Podemos amenizar ou estimular uma dada predisposição que faça parte de nossa natureza. Estamos no sentido inverso, transformando as pessoas em inimigos, rivais. As pessoas estão cada vez mais solitárias e desamparadas. Quanto mais fracas emocionalmente estiverem, mais serão escravas das “felicidades” aristocráticas, por meio das quais se sentem momentaneamente importantes. O círculo vicioso que estamos vivendo é terrível e já temos claros sinais de para onde é que estamos nos dirigindo.

19/04/2008

Será que alguém já percebeu que a GRANDE maioria das pessoas só fazem as coisas por que querem mostrar para os outros que são capazes!
Querem ser famosos para mostrar para o mundo que são incompreendidos, ou que são lindos, ou para falar qualquer bobagem, já que ninguém os ouve?
Ou então que só estudam para poderem ser elogiados polos professores em classe, ou qualquer outro exemplo que você lembre, que você já fez para poder se sentir vivo.
É algo bem estranho, pois nascemos sozinhos (ahuhau mesmo os gêmeos), crescemos sozinhos, vivemos a maior prate da nossa vida sozinhos, (mesmo em familia, mesmo com amigos ou namorado você é sozinho) você sabe seus pensamentos e suas vontades, e esconde pelo menos metade de tudo isso que você pensa (mesmo que nem dá pra falar tudo o que se pensa).

Por que nós não nos preocupamos com as nossas vontades íntimas?
Com aquilo que nós dá prazer? (exclusivamente para nós mesmos!)
Por que não fazemos tudo o que queremos para nós e não para mostrar para o outros que sabemos, que soos capazes, que somos bonitos, que somos legais, educados e tudo mais!!!
Nossa, eu nesse tempo que começou aprendi tanto sobre mim!
Olha que só passou um mês (ou até menos) de dias sozinhos, com poucas conversas (mas na maioria divertidas) e de muito pensamento... fiz minha cuca funcionar tanto!
Eu venho me descobrindo, armazenando os meus desejos sinceros e tentando aos poucos fazerem eles se tornarem reais e cheios de cores e vida, assim fazendo minha vida ser melhor para mim!
Nossa... parece até egoísmo, mas não é. É a individualidade dos gostos, pensamentos, desejos e atitudes que precisa prevalecer.
Não precisamos ser igauis à alguém para gostar dessa pessoa, estar com ela ou qualquer outro motivo incoerente. Precisamos ser cada vez mais nós mesmos e assim nos fazermos mais felizes, livres e cheios de pessoas gratas de nos terem por perto =)
Ah, desejo que cada um se descubra de um jeito, e que no fim todos sejam diferentes, mas que se amem ^_^

14/04/2008

Nova experiência

Bom dia a todos, pois independetemente do horário é um dia.
Vou escrever aqui com frequência escassa sobre experiências diferentes do meu dia-a-dia e da minha noite-a-noite, de forma esquizofrênica.

Começando por antes de ontem que eu iniciei -e terminei - uma jornada de bicicleta. No total eu e meus companheiros de estrada passamos por quatro cidades, coletando momentos e emoções de cada uma dela. Incorporamos ao nosso vocabulário expressões típicas de cada região, uma aquisição cultural significativa. O ápice da jornada foi a degustação do Suco de Limão com Leite Condensado encontrado em pontos de apoio.

Ontem nada de anormal que eu lembre.

Hoje a experiência nova e significativa foi viajar em um Onibûs na autoestrada na posição de motorista inglês. Para-Brisas grandes e transparentes. Uma experiência recomendade e não recomendada ao mesmo tempo.

10/04/2008

Certo certo, ninguém posta aqui... hum.
A minha rotina semanal (cidade do Sol, Tatooine, cidade do Sol e Javaijá) foi tão bizarra =p
Bem, comecei bem ^_^ não querendo ir à lugar algum, mas fui... em cidade do Sol foi tudo bem, até duas cartinhas cairem da minha apostila com o nome do professor que pegou as cartas (o problema é que a carta não era para ele [como o sobrenome explicitava] e sim para alguem especial) mas o professor ainda sim adorou me zuar durante a aula inteira -.-
Depois na ida para Tatooine[é o planeta natal da família Skywalker] eu nem consegui dormir, mas pensei tanto que até fiquei triste de tanto pensar.
Lá consegui um quarto maravilhoso XD Mas isso nem importa...
E eu estava tentando achar amigos e tudo mais, só consegui conversar com um menino de 12 anos (o que é legal, mas falar de historia da música não foi tão bom, além dele querer ser engenheiro quimico o.o).
Então pensei ter visto um Skywalker!!!
Mas tive que entrar na aula -.-
Depois fui andando até a casa de xerox e comecei a desejar imensamente rever aquele Skywalker e enquanto tentava atravessar a rua ele estava atrás de mim!!
Incrível?
auhhuahua
Não sei... mas pena que não consegui conversar...
Voltando para a cidade do Sol, um maluco de dreads passou por mim e falou: "O trânsito parou para você linda" - nossa, eu comecei a agrgalhar interiormente daquele cantada super besta, mas de repente eu olho pro lado e o cara estava lá de novo, me pedindo telefone de qualquer jeito e me implorando para ser alguem na minha vida!!! O.o
huauhauhauhauhahau
Ele começou a falar tanto e eu nem conseguia falar nada além de "não, telefone não - moro longe daqui - eu estou atrasada!!" auhhauhuahua coitado =p
Ai ele parou, olhou para minha mão direita (que Graças! estava com uma aliança) e falou: "Você tem namorado?" e eu: "tenho namorado" sem nem pensar em nada...e ele fez a cara mais triste que eu já vi alguém fazer depois de me perguntar isso, eu continuei andando e o cara lá com as duas mõas no rosto (XD) e com cara de triste paradão... eu pensei que tinha me livrado dele.
Ai a pessoa inteligente começou a se livrar do choque (?) e correu atrás de mim e me pegou pelo braço (¬¬) e falou: "Eu não posso perder uma oportunidade dessa!" Poxa, ele já estava chegando perto demais de mim (¬¬) e eu falei: "ah, pega meu email e a gente se fala..." e eu saí andando de novo... eu falei qualquer besteira e fui embora \o/
Foi bem diferente aesar de eu nem esclarecer tudo aqui -.-
Cansei de escrever XD

06/04/2008

Vou expçicar rapidamente (dificil) como o blog surgiu.
Sozinha nem quarto de hotel, pensando em como expor ideias para o mundo, pensando em ser egnte grande, em ser criança, pensando nos amigos....
Um turbilhão de pensamentos... correto??
auhauhau
Um blog!
Claro... então pensei em 5 pessoas... e queria colocar o nome de 5 estrelas...
Mas o mebro Pedro disse que era muito brega e eu concordei!
Ficamos uns 25 minutos procurando por nomes legais... tinha até um que era mochila amanteigada O.o

Ai ele disse: "Homo Sapiens"... e claro, o url não estava disponível...
Eu pensei em sapo... e pronto, Homo Sapos!
Não tem nada de sapos homosexuais... mas de pessoas normais (ou quase XD)
E sapos são engraçados =)
Bem... pensei nos 5 amigos e todos aceitaram ^_^
Fiquei tão feliz!!!!